Resenha: Como dizer adeus em robô – Natalie Standiford

Antes de mais nada eu tenho que comentar a edição. A capa é uma das mais bonitas da minha estante. Eu amo essa combinação preto e rosa/pink (Acho que fica DIVA!). Fora que por dentro o livro tem detalhes rosa que deram um toque todo especial à leitura. Parabéns a editora!

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O livro é narrado por Bea, a Garota Robô. Ela é uma garota determinada que está acostumada a ser sempre a ‘garota nova’ dos colégios, afinal seu pai muda constantemente de cidade devido ao emprego. Isso modificou sua personalidade, e fez com que ela ficasse um tanto insensível perante o mundo (por isso Garota Robô, como a própria mãe gosta de enfatizar!).

Agora, recém-chegada a Baltimore (Não consigo escutar o nome desta cidade sem pensar no filme Hairspray *_*), ela entra no novo colégio, no seu último ano, e começa uma amizade um tanto peculiar com o Garoto Fantasma, Jonah, que tem este apelido devido a um bullying que sofria quando mais novo.

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Bom, os dois começam essa amizade de um jeito diferente porém inspirador. Um dia eles descobrem que possuem uma paixão em comum, o Rádio. Então toda noite eles sintonizam na mesma estação e escutam o ‘Night Light Show’, que é um programa comum da madrugada, onde as pessoas ligam para conversar com o locutor e ali, todos acabando se tornando íntimos. Afinal rádio é assim né? Uma coisa ao mesmo tempo solitária e comunitária.

Porém algo que eu acho que vale destacar do livro é a relação de ambos com os pais. A mãe da Bea é uma mulher misteriosa e confusa, e eu fiquei com raiva dela em algumas partes pela maneira como ela trata a filha, e não que ela fosse a pior mãe do mundo, apenas não parecia saber lidar com os sentimentos da menina. E o pai da garota é omisso muitas vezes onde deveria enfrentar os problemas de seu casamento.

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Mas nada se compara a raiva que senti do pai de Jonah, que mesmo criando o filho sozinho (a mãe morreu em um acidente de carro com o irmão gêmeo) não conseguiu construir nenhum tipo de laço para se aproximar do garoto, se mantendo distante e frio o tempo inteiro.

Me surpreendendo, Bea e Jonah conseguem enfrentar os problemas dos pais e ainda conviver em harmonia no colégio e com os outros colegas. Até que a vida deles muda drasticamente com a descoberta que o irmão gêmeo de Jonah, pode não estar morto. (Acho que dá para entender um pouquinho da raiva que senti do pai de Jonah não é mesmo?)

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Enfim, durante o livro os dois vão tentar desvendar este mistério e ao mesmo tempo melhorar (ou não) a relação com seus pais.

A história parece um pouco confusa (e realmente é!). Eu creio que por ser um livro diferente. Mas vale a pena pois o modo como a autora conseguiu responder todos os questionamentos que ficam e também dar um final esperado mas surpreendente são motivos suficientes para realizar a leitura. Ela conseguiu colocar coisas sutis ao longo do texto que mostram o fim de um personagem. Algo que ficou realmente bom!

Além do que, com o livro eu aprendi uma lição muito boa: Cabeleireiros Islandeses são as pessoas mais felizes do mundo! 😉

Quem já leu este livro? O que achou?

XOXO

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