Book Haul – Maio 2014

Demorei mais postei o Book Haul do mês de Maio (:

Eu não tinha tantos livros para mostrar, mas eu precisava pois são muito lindos e eu quero ler tudinho nas férias ❤

Livros recebidos:

HQ Peter Pan – Loisel (Clique aqui para conferir a resenha)

Livros comprados:

O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald
Persuasão – Jane Austen
Grandes Esperanças – Charles Dickens

Book Haul de Abril
Experiência de compra na Livraria Cultura

XOXO

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PING PONG Interview – com Marina Carvalho

Estava com saudade desta categoria aqui no Blog. Vou tentar postar nela com mais frequência! E para voltar em grande estilo, a entrevista de hoje é com uma das minhas autoras nacionais atuais prediletas: Marina Carvalho, autora de Simplesmente Ana e Azul da Cor do Mar.

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Sweet Little Books – Antes de tudo, quero agradecer por esta entrevista para o Blog. Seja muito bem-vinda.

Marina – Olá, Anna! Quem agradece sou eu. Obrigada pelo carinho.

SLB – Quem é a Marina Carvalho? Como você se resumiria?

M – Sou uma mineira comum, bem pé no chão, mas que não se inquieta e quer sempre ir além. Nunca me contentei em esperar as coisas acontecerem de mão beijada. Por isso corro atrás dos meus ideais, sonhos e projetos.

SLB – Você possui dois romances destinados ao público jovem publicados. Pensa em escrever uma história com um enredo diferente algum dia?

M – Se me permite a comparação, vou citar Nicholas Sparks. Ele costuma dizer nas entrevistas que não tem a intenção de mudar de gênero porque já autenticou um público. Suas histórias fazem sucesso do jeito que são. Penso igual a ele. Formatei uma “cara” para os meus textos, adotei um estilo e parece que deu certo. Então, hoje, não tenho intenção de mudar isso. Gosto de escrever romances para os jovens.

SLB – Simplesmente Ana teve ótimas críticas, mas é inevitável a comparação com a obra da Meg Cabot, Diário da Princesa. Eu que li, pessoalmente acho que a história, mesmo tendo suas semelhanças, são bem diferentes nos seus estilos. Mas como você lida com essa comparação?

M – Adoro as comparações. Em momento algum me senti intimidada ou infeliz por elas. Inclusive, eu cito o “Diário da Princesa”, meio que indiretamente, em “Simplesmente Ana”. Sou fã de carteirinha da Meg Cabot e acho que relacionar minha obra com a dela acaba sendo uma divulgação positiva para mim. (risos) Mas deixo claro: não me baseei na história da Mia Thermopolis para escrever sobre a Ana. Busquei um mote comum (menina que se descobre princesa de repente) e trabalhei numa premissa bem diferente.

SLB – Como foi a inspiração e a produção de Simplesmente Ana? Os personagens foram inspirados em pessoas reais?

M – Gosto muito dos contos de fadas. Foi neles que surgiu a inspiração para a construção de “Simplesmente Ana”. Quis criar uma princesa brasileira, com características comuns às de qualquer menina do Brasil. E meus personagens são pessoas da ficção, frutos da minha imaginação que funciona num ritmo pra lá de acelerado. (risos)

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SLB – *Momento fã* Menina, preciso perguntar, onde veio a inspiração para o Alexander? Eu fiquei apaixonada, confesso.

M – O Alex reúne as características de vários protagonistas masculinos que marcaram minha vida literária: o Sr. Darcy, de Orgulho e Preconceito, é um deles. Busquei o que há de melhor em cada um e deu no que deu. (risos)

SLB – Você acha que a internet e principalmente os blogueiros literários, ajudam na divulgação do seu trabalho? Qual a importância que você dá a nova tecnologia para os autores atuais?

M – E como! Sem as redes sociais, o contato com os leitores que elas proporcionam, a iniciativa dos blogs de divulgar meu trabalho, não sei se tudo teria acontecido de modo tão rápido e satisfatório para mim. Com a tecnologia, tudo ficou mais fácil. Quando, em outros tempos, um leitor poderia conversar tranquilamente com um escritor? Eu mesma já quis muito conhecer autores que admirava na infância, mas, naquela época, isso era um sonho impossível. Mas gora, não. Viva a internet!

SLB – Quem são os autores nacionais e internacionais que você mais admira?

M – Nossa, são tantos! Quando penso que na minha lista não cabe mais ninguém, surge um novo nome no cenário atual que me arrebata. Mas, para não me esquivar da pergunta, vou citar alguns:

– Nacionais: Érico Veríssimo, Fernando Sabino, Pedro Bandeira, Paula Pimenta, Carol Sabar, Carina Rissi…

– Internacionais: Agatha Christie, Jane Austen, Emily Brontë, Meg Cabot, Sophie Kinsella…

SLB – Se você pudesse mudar agora o final de algum livro que você leu, ou até mesmo de um dos seus livros, o que você escreveria?

M – Puxa! Difícil imaginar. Não sei se mudaria o final de alguma história. Não. Mentira. Acabei de me lembrar: com certeza alteraria o desfecho da saga Divergente, porque, fala sério, Veronica Roth!

SLB – Como foi aquele seu primeiro momento com um fã? Quando ele te reconheceu na rua ou em algum outro lugar?

M – Foi marcante. Eu estava andando, indo ao banco. Então ouvi meu nome e uns risinhos baixos. Não dei muita importância, porque pensei que não fosse comigo. Mas, assim que me preparei para ir ao caixa eletrônico, os risos aumentaram e eu olhei para trás. Duas meninas, de uns doze anos, gritaram: “Não falei que era a Marina Carvalho?” E correram em seguida. Acho que ficaram com vergonha. (risos)

SLB – Qual é seu maior sonho?

M- Viver para ver meus filhos adultos, felizes e realizados.

SLB- Tem planos para um novo livro? Conta um pouco mais.

M- Em agosto, será lançado o segundo volume da série “Simplesmente Ana”, durante a Bienal do Livro de São Paulo. O título é “De repente, Ana”. E, no momento, estou escrevendo o terceiro e último livro da trilogia.

SLB- Gostaria de deixar uma mensagem para os leitores do Sweet Little Books?

M – Deixo aqui o meu abraço a todos. Vocês são fundamentais nesse processo de consolidação da literatura nacional contemporânea. Obrigada!

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Rapidinhas (a escolha):

Um filme: O fantasma da ópera

Uma música: atualmente, Sleeping sun (Nightwish)

Uma pessoa: Só uma não dá: Marido, mãe, pai, irmã

Um amor: Meus filhos

Um defeito: Procrastinação (risos)

Uma qualidade: Otimismo

Um lugar: Minha casa

Uma frase: Tudo depende do contexto

E ai, curtiram? Eu amei fazer essa entrevista com uma autora tão fofa e que eu adoro. Estou louca para ler ‘De repente, Ana’, e vocês? *_*

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XOXO

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Resenha: Peter Pan (HQ) – Regis Loisel

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Se eu tivesse asas, corujinha, eu voaria de estrela em estrela, de aventura em aventura.”

Todo mundo está um tanto que familiarizado com a história do garoto Peter Pan. Eu sempre fui fã do filme da Disney e gosto também das adaptações que vieram depois.

Então, assim que a Editora Nemo (do Grupo Autêntica), me enviou a HQ de Peter Pan para resenhar, eu fiquei muito feliz e li em um dia. Porém faz uma semana que finalizei a leitura, e não conseguia escrever essa resenha. Cada dia uma palavra nova, um sentimento novo, vinham a tona e eu não sabia como expressar tudo que senti lendo em apenas uma resenha, mas vou tentar.

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A HQ de Regis Loisel é direcionada para o público adulto e conta a história de Peter, um garotinho de uma Londres pobre e miserável, com pessoas peculiares e grotescas (não consegui palavra melhor!). Essa história seria como uma ‘introdução’ para o que eu conhecia da história de Peter Pan até então. Aqui nós vamos descobrir o que leva o garoto a não querer crescer jamais, a questão dos órfãos, a rebeldia, quando ele conhece a fada Sininho, dentre outras coisas que farão sentido, provavelmente, nós outros volumes da série.

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Eu diria que para qualquer leitor conseguir aproveitar a leitura, com certeza alguns tabus e a infantilidade do desenho da Disney devem ser deixados de lado. Peter é um garoto que viveu com a maldade e a malícia das ruas, logo ele não é um herói como o esperado. A linguagem que Loisel usa contém uma certa violência, porém que se faz necessária para o contexto e para a crítica ficar mais evidente.

Essa série foi lançada em 6 volumes, e a Editora Nemo decidiu trazer apenas 3 para o Brasil, mas sem perder conteúdo, ou seja, são dois livros por volume. Neste primeiro volume, a primeira parte se intitula ‘Londres’ e a segunda ‘Opikanoba’.

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Na Londres apresentada, crianças morando nas ruas, inverno rigoroso, prostitutas, abuso sexual, dentre outros assuntos, são abordados de uma forma que pode chocar quem não estava preparado (assim como eu!). É neste primeiro momento do livro que Loisel conseguiu passar para nós o motivo do Peter nunca querer ser adulto. A forma como isso aconteceu foi bem sensível e emociante, e a leitura já valeria a pena só por esta passagem.

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A segunda parte é mais fantasiosa do que a primeira, e nela vamos conhecer outros personagens famosos como o Capitão Gancho e toda a tripulação. Essa parte é marcada por aventuras e a superação dos medos e traumas de Peter. Novamente Loisel conseguiu mexer com as emoções em uma cena que é de segurar a respiração e bom .. quando você chega nesta parte, vai saber do que estou falando!

Não é à toa que esta HQ recebeu o prêmio de Grand Prix do Festival de Angoulême, o mais prestigiado dos quadrinhos, em 2003. É uma história que os amantes de HQ’s precisam ler com certeza! (Com mais de 16 anos ok?)

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Falando sobre a edição que está impecável. A capa dura, o formato grande e as folhas que são de ótima qualidade, garantiram perfeição das imagens e da leitura. A Editora está de Parabéns pelo trabalho!

Eu tentei mostrar pelas fotos tiradas da HQ o traço do autor. A paleta de cores é intensa e as imagens dos personagens são marcantes e muito diferente do que imaginamos, porém dão um toque especial para essa adaptação que Loisel apresentou.

Autor: Regis Loisel
Editora Nemo (ISBN: 978-85-64823-72-3)
N° de páginas: 112 / Valor: R$ 55,20 (Saraiva – http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4878775?PAC_ID=127108)

Então, alguém já leu está HQ? O que achou? Deixa aqui nos comentários.

XOXO

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5 on 5 – Junho

O tema do 5 on 5 deste mês foi Imagens do céu. Eu adoro observar essa imensidão azul e sempre tento fotografar um nascer ou pôr do sol ❤

Eu tirei diversas fotos no decorrer do mês e posso dizer de antemão que minha maior frustração é não conseguir tirar boas fotas do céu à noite, pois com o celular não fica tão bela :/ (Espero comprar uma câmera em breve!)

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1. Como eu disse, eu não consigo tirar fotos da Lua, então tentei tirar foto do Sol .. e não é que essa saiu bonita?

2. Essa foto já faz um tempinho que eu tirei, foi no começo do ano, a última vez que eu vi um arco-íris aqui em São Paulo .. #Saudade_chuva

3. Adoro quando o céu está limpinho e azul assim *_*

4. Também foi no ínicio do ano e essa foto da um pouco de medo se for pensar, pois essas nuvens trouxeram uma chuva torrencial .. mas eu adooooro essa imagem .. o que vocês acharam?

5. Essa foto foi tirada em um dia qualquer, a caminho da faculdade .. O céu estava a coisa mais linda do mundo gente .. e na foto não aparece tanto, mas ele estava bem rosa *_*

PS: Vale lembrar que eu não usei nenhum tipo de filtro em nenhuma dessas fotos 😉

Espero que vocês tenham gostado !!

Entrem para conferir as fotos das outras meninas do projeto

Débora  *  Bru  *  Bruna  *  Maria

XOXO

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